Dando uma olhada no site do Globo durante uma pausa laboral, tive a infelicidade de encontrar a reportagem abaixo, que foi retirada do portal da BBC. Como tudo relacionado à Europa e EUA interessa ao mundinho dos marinho, a versão digital do jornaleco tascou a notícia lá.
Trata-se de uma pesquisa idiota feita na Inglaterra, que concluiu que as crianças daquelas bandas acham que não ter celular é sinal de pobreza. Ao final da nota, a tal da instituição Dare to Care, afirma que existem lordzinhos pobres por lá também. Se isto realmente é verdade, a culpa é dos governantes babacas que ficam gastando grana com guerra por motivos pífios. Países como a Inglaterra, têm a obrigação de ajudar as nações realmente pobres e sofridas.
Perguntinha:
Por que o pessoal da tal Dare to Care não fez esta pesquisa na Somália, ou no Burundi?
É verdade que eles teriam um pouco de dificuldade para obter as respostas, já que as crianças de lá (as que sobrevivem), não conseguem nem falar direito de tanta fraqueza, por causa da FOME.
Fazer pesquisa em Londres é fácil, qualquer loirinha que estuda na Oxford e enche aquelas bundas gordas diariamente num McDonald´s (que nojo escrever isto) da vida, faz este trabalho.
O textinho é este aí abaixo, que está na parte de tecnologia e status (outro asco):
"Para crianças da Grã-Bretanha, não ter celular denota pobreza"
Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha apontou que, na opinião das crianças, não ter telefone celular é um dos principais sinais de pobreza.
O estudo, encomendado pela instituição beneficente britânica Dare to care, entrevistou 727 crianças entre 7 e 16 anos e observou que, para em cada cinco jovens, não ter celular é uma prova de que a família atravessa dificuldades financeiras.
A tese de que falta do celular pode estar associada à pobreza foi observada principalmente nas áreas mais ricas da Grã-Bretanha, como a capital, Londres, e em Ânglia Oriental (EastAnglia), no leste do país.
As crianças ainda apontaram outros critérios para a definição de pobreza, como não participar de viagens escolares, não ter livros em casa ou não ter uniformes limpos para ir à escola.
Para Hilary Fisher, diretora da Campanha para o Fim da Pobreza Infantil, organizada pela Dare to Care, "é interessante observar que, para as crianças, os indicadores visíveis de pobreza são os que afetam diretamente".
"Não ter dinheiro para viagens escolares ou para se vestir corretamente pode resultar perguntas constrangedoras dos colegas e, em alguns casos, essas crianças podem ser vítimas de implicância e intimidação".
Segundo a Dare to Care, uma em cada três crianças (3,8 milhões) na Grã-Bretanha vive em situação de pobreza atualmente, algumas inclusive abaixo da linha da pobreza.
Segue o link da "pobreza":
www.oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2007/09/19/297786680.asp
Até
Trata-se de uma pesquisa idiota feita na Inglaterra, que concluiu que as crianças daquelas bandas acham que não ter celular é sinal de pobreza. Ao final da nota, a tal da instituição Dare to Care, afirma que existem lordzinhos pobres por lá também. Se isto realmente é verdade, a culpa é dos governantes babacas que ficam gastando grana com guerra por motivos pífios. Países como a Inglaterra, têm a obrigação de ajudar as nações realmente pobres e sofridas.
Perguntinha:
Por que o pessoal da tal Dare to Care não fez esta pesquisa na Somália, ou no Burundi?
É verdade que eles teriam um pouco de dificuldade para obter as respostas, já que as crianças de lá (as que sobrevivem), não conseguem nem falar direito de tanta fraqueza, por causa da FOME.
Fazer pesquisa em Londres é fácil, qualquer loirinha que estuda na Oxford e enche aquelas bundas gordas diariamente num McDonald´s (que nojo escrever isto) da vida, faz este trabalho.
O textinho é este aí abaixo, que está na parte de tecnologia e status (outro asco):
"Para crianças da Grã-Bretanha, não ter celular denota pobreza"
Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha apontou que, na opinião das crianças, não ter telefone celular é um dos principais sinais de pobreza.
O estudo, encomendado pela instituição beneficente britânica Dare to care, entrevistou 727 crianças entre 7 e 16 anos e observou que, para em cada cinco jovens, não ter celular é uma prova de que a família atravessa dificuldades financeiras.
A tese de que falta do celular pode estar associada à pobreza foi observada principalmente nas áreas mais ricas da Grã-Bretanha, como a capital, Londres, e em Ânglia Oriental (EastAnglia), no leste do país.
As crianças ainda apontaram outros critérios para a definição de pobreza, como não participar de viagens escolares, não ter livros em casa ou não ter uniformes limpos para ir à escola.
Para Hilary Fisher, diretora da Campanha para o Fim da Pobreza Infantil, organizada pela Dare to Care, "é interessante observar que, para as crianças, os indicadores visíveis de pobreza são os que afetam diretamente".
"Não ter dinheiro para viagens escolares ou para se vestir corretamente pode resultar perguntas constrangedoras dos colegas e, em alguns casos, essas crianças podem ser vítimas de implicância e intimidação".
Segundo a Dare to Care, uma em cada três crianças (3,8 milhões) na Grã-Bretanha vive em situação de pobreza atualmente, algumas inclusive abaixo da linha da pobreza.
Segue o link da "pobreza":
www.oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2007/09/19/297786680.asp
Até
Um comentário:
Felipe, cheguei aqui através do Buteco do Edu, e achei muito interessante seu espaço. Gostei de suas simples e precisas palavras, mostrando com sinceridade o que acontece por aí. Gostei da parte musical também.
Abraço, estarei sempre por aqui.
Nei
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