A rua do Matoso está de bola cheia, sempre esteve. Como foi falado aqui, aqui, e aqui, eu e meu amigo Edu Goldenberg começaremos amanhã a nossa caminhada para desbravar cada metro quadrado desta belíssima rua, a espinha dorsal da Tijuca. Como disse o próprio Edu, faremos tudo bem devagar, com carinho, aproveitando cada momento, como deve ser feito.
Depois de todos esses textos enaltecendo o local, muitos devem estar perguntando: Quem é este tal de Matoso?
Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara, nasceu na cidade de São Paulo de Luanda, em Angola, em 1812, e faleceu no Rio de Janeiro em 1868. Veio para o Brasil com três anos de idade juntamente com seus pais, Eusébio de Queirós Coutinho da Silva (ouvidor-geral da comarca de Angola), e Catarina Adelaide Matoso de Andrade Câmara. O nosso Matoso formou-se bacharel em direito pela Universidade de Olinda em 1832, foi juiz, desembargador, chefe de polícia da corte do Rio de Janeiro, deputado, senador, e ministro da Justiça entre 1848 e 1852.
O Matoso não brincava em serviço. No dia 04 de setembro de 1850, sancionou a lei nº 581 (lei Eusébio de Queirós), umas das mais importantes do império, que determinou a proibição do tráfico negreiro no país. Foi o primeiro passo para o fim desta ignorante escravatura.
Depois de todos esses textos enaltecendo o local, muitos devem estar perguntando: Quem é este tal de Matoso?
Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara, nasceu na cidade de São Paulo de Luanda, em Angola, em 1812, e faleceu no Rio de Janeiro em 1868. Veio para o Brasil com três anos de idade juntamente com seus pais, Eusébio de Queirós Coutinho da Silva (ouvidor-geral da comarca de Angola), e Catarina Adelaide Matoso de Andrade Câmara. O nosso Matoso formou-se bacharel em direito pela Universidade de Olinda em 1832, foi juiz, desembargador, chefe de polícia da corte do Rio de Janeiro, deputado, senador, e ministro da Justiça entre 1848 e 1852.
O Matoso não brincava em serviço. No dia 04 de setembro de 1850, sancionou a lei nº 581 (lei Eusébio de Queirós), umas das mais importantes do império, que determinou a proibição do tráfico negreiro no país. Foi o primeiro passo para o fim desta ignorante escravatura.
Matoso
Agora que todos sabem quem é o cara, e ele não era pouca coisa, ficarão sabendo também porque a rua que leva o seu nome é tão querida pelos tijucanos. RUA DO MATOSO - A SÉRIE, dará o que falar no BUTECO DO EDU.
Até.
Até.

5 comentários:
Felipinho: há coisas que SÓ na Tijuca!!!!!
"Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara, nasceu na cidade de São Paulo de Luanda, em Angola, em 1912, e faleceu no Rio de Janeiro em 1868."
Na Tijuca e na Matoso, como se vê, um cara morrer antes de nascer é a coisa mais natural do mundo. O que, de fato, convenhamos, é naturalíssimo mesmo. Mas poucos compreendem isso.
Simas poderá dar sua versão do troço. Eu tenho a minha, e falamos sobre ela amanhã.
Beijo e até!
Ato falho, força do hábito. Até hoje preencho cheques datados de mil novecentos e alguma coisa.
Já está corrigido, é 1812.
Simão, dê sua versão para nós, estou ansioso.
Edu, detalhista como sempre, percebeste logo a troca do oito pelo nove. Amanhã estaremos lá, obrigado. Salve a Tijuca.
Façam fotos, muitas fotos! Muitas!
Brunão: fizemos fotos, querido, muitas fotos... Na aguda contraposição quantitativa das fotos dos eventos dos quais você participa (!!!!!) e de cuja existência ficamos sabendo apenas pelo que nos chega escrito! Aguarde para muito breve a série sobre a rua do Matoso. Mas, querido, saiba: foi emocionante demais, cara... Eu, meu velho pai, Cereal, foi muito bonito. A presença do meu velho, malandro, granítica, dando peso, sabedoria, experiência e um olhar diferente aos nossos passos, foi impagável. Sábado que vem, se assim nos for permitido, tem mais! Beijo.
Aguardarei as fotos para me pronunciar. beijo
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