- Grande Felipe!!! Estava pensando hoje em você e agora te vejo pessoalmente. Temos que voltar a fazer um som.
Peguei um copo de uisque e sentei para ouvi-lo tocar Robertão. Bem que poderia estar com meu cajon para tocarmos juntos. Mas o importante é que agora ele está de volta, e a música no Bico Doce voltará também. Declamaram-se poesias, canções foram cantadas, e sentimentos foram expostos de forma verdadeira, em um lugar onde os amigos se unem à tempos para desfrutarem juntos destes prazeres. Não é por acaso que o bar está desde 1895 dando emoções para seus frequentadores, algo há de especial naquele velho canto do centro de nossa cidade.
Quando acabara de pedir outro scotch, chegou meu grande amigo Marcus Vinicius, eu já o esperava. Marcamos ali no Bico para depois partirmos para a Banca do blues, lugar que ele queria me levar. Eu e o Vinicius somos os peregrinos do blues, por sempre estarmos juntos em busca dos concertos que rolam por aí. Já fomos em inúmeros e temos várias histórias para contar.
Me despedi do pessoal da casa, e parti andando para a banca com meu velho camarada. Uma pequena multidão tomava conta das esquinas da Rio Branco com Presidente Wilson, ao redor da banca. O blues já comia solto com a banda "Destilaria", um trio que tocou até Freddie king. A noite estava maravilhosa, com um temperatura muito agradável, ajudando a criar um clima muito bom entre as pessoas que estavam espalhadas ali. Gostei muito da idéia e sempre que puder marcarei presença.
Eu e Vinicius
Fiquei muito feliz de reencontrar estes companheiros velhos de guerra. Grande abraço para os dois, e que possamos repetir a dose em breve.
Até.


3 comentários:
Como diz o Adolfo: O Bico Doce é o último reduto intelectual do centro...
Felipe parceiro. Obrigado pelas palavras. Nós temos a felicidade de resolver qualquer coisa pela música. A música é a grande analista de nossas vidas.
Abraço
Fernando
Quando que você vai me levar nesse bar cara?
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