Ontem foi dia de São Jorge, santo guerreiro aclamado pelos cariocas, que reuniu multidões em suas igrejas. A festa é tamanha, que foi preciso que a data virasse feriado no estado. Não entrarei em detalhes sobre meu dia de ontem, que foi muito intenso, mas destacarei alguns momentos.
Levei minha mãe para dar uma "voltinha" pela Praça XV, já sabendo que o destino seria a livraria Folha Seca. Começamos os trabalhos juntamente com Simas e Digão (muita Brahma), e depois que foram fechadas as portas partimos para um almoço no Santos. Foram chegando os amigos, e no final das contas éramos quatorze: Eu, mamãe, Digão, Dani Folha Seca, Loredano, Rô, Simão, o camarada do Simão (foge-me o nome), Claudio, a mulher do Claudio (foge-me o nome outra vez), Victor, Santos, a mulher do Santos, e um Japa boa praça completava a mesa (acho que estou com Alzheimer, pois esqueci o nome do caboclo também).
De entrada foi servido um leitão e um avestruz, que estavam bons pra cacete, e depois, o cheff Santos, maior de todos, ofereceu uma caldeirada de tamboril para todos da mesa, do jeito que ele gosta, sem mesquinharia. O cara arrebenta na cozinha, o peixe tava com um tempero sem igual, realmente foi um banquete. De postre, comemos tociño del cielo com avelãs, e um pudim de claras que parecia ser de Itú.
Regado a quantidades incontáveis de chopp, e garrafas da maravilhosa cerveja uruguaia Patricia. Isso mesmo, cerveja uruguaia. Quem ainda não teve o prazer de beber esta bela cerveja, é só dar uma passada no Casual Retrô e pedir a sua. A garrafa é colocada num balde repleto de gelo por se tratar de uma criança de um litro.
Levei minha mãe para dar uma "voltinha" pela Praça XV, já sabendo que o destino seria a livraria Folha Seca. Começamos os trabalhos juntamente com Simas e Digão (muita Brahma), e depois que foram fechadas as portas partimos para um almoço no Santos. Foram chegando os amigos, e no final das contas éramos quatorze: Eu, mamãe, Digão, Dani Folha Seca, Loredano, Rô, Simão, o camarada do Simão (foge-me o nome), Claudio, a mulher do Claudio (foge-me o nome outra vez), Victor, Santos, a mulher do Santos, e um Japa boa praça completava a mesa (acho que estou com Alzheimer, pois esqueci o nome do caboclo também).
De entrada foi servido um leitão e um avestruz, que estavam bons pra cacete, e depois, o cheff Santos, maior de todos, ofereceu uma caldeirada de tamboril para todos da mesa, do jeito que ele gosta, sem mesquinharia. O cara arrebenta na cozinha, o peixe tava com um tempero sem igual, realmente foi um banquete. De postre, comemos tociño del cielo com avelãs, e um pudim de claras que parecia ser de Itú.
Regado a quantidades incontáveis de chopp, e garrafas da maravilhosa cerveja uruguaia Patricia. Isso mesmo, cerveja uruguaia. Quem ainda não teve o prazer de beber esta bela cerveja, é só dar uma passada no Casual Retrô e pedir a sua. A garrafa é colocada num balde repleto de gelo por se tratar de uma criança de um litro.
Viva São Jorge, e obrigado e parabéns ao Santos pelo dia de ontem.
Até.





